
Há tempos, vivemos numa sociedade de cultura bélica, onde a educação é um instrumento utilitário que avança pelos caminhos abstratos e circunstanciais a combinar interesses de dominação e poder. E mesmo que se procure atualizar, peca por vínculo à uma tradição de comportamento abusivo, centralizador e extremista. Este fato atrai algumas angústias: os angustiados são aqueles que não se contentam com a superficialidade e a falácia de um marketing midiático que leva vantagem em empobrecer o pensamento de muitos. Os gastos de US$ 110 bilhões são estratosféricos, para apoiar regimes corruptos e impopulares, tais como os Afeganistão e Paquistão e outros eventos que envolvem o mundo árabe no desmonte de algumas ditaduras .O pano de fundo é a velha e postulada democracia. Por outro lado, pode-se imaginar que esse esbanjamento, ao invés de sustentar o regime afegão e o exercito paquistanês, deveria ser usado para alívio da dívida externa dessas nações, bem como escolas nesses países e bolsas para as Universidades (nos Estados Unidos) para jovens egípcios e tunisianos que tiveram a coragem de derrubar os regimes deformados por idéias fundamentalistas.